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4 tendências de mídia paga para ficar de olho em 2017

4 tendências de mídia paga para ficar de olho em 2017

Espera-se que o gasto no setor de mídia paga chegue a US$36 bilhões em todo o mundo neste ano – um aumento de 20% com relação a 2016.

Não é porque as marcas obtiveram orçamentos maiores de um dia para o outro (embora isso esteja entre suas resoluções de Ano Novo). As marcas estão aumentando os gastos com mídia paga porque elas precisam, caso queiram que as pessoas vejam e ouçam suas mensagens.

Pense nisso. Mais de dois bilhões de pessoas em todo o mundo usam as mídias sociais. Na guerra por atenção, as marcas competem entre si, mas também contra os amigos e os familiares dos usuários, celebridades e as principais notícias.

É por isso que a mídia paga passou de opcional para fundamental em sua estratégia social. Felizmente, há muitas ferramentas para ajudar os anunciantes a lançarem anúncios criativos, personalizados e até mesmo automatizados, que cheguem às pessoas certas, no momento certo.

Estes recursos são lançados e evoluem rapidamente, tornando difícil se manter atualizado. Para ajudar a controlar sua estratégia de social, apresentaremos as quatro principais tendências para ficar atento em 2017.

1. Impulsionar as vendas com os botões “Compra”

As pessoas costumavam apenas planejar suas compras nas redes sociais. Agora elas podem realizar compras diretamente nas plataformas sociais preferidas.

Pinterest

Uma parcela enorme de 93% dos usuários do Pinterest utilizam a rede para pesquisar suas compras. Faz sentido, então, que o Pinterest tenha iniciado as compras sociais com os Pins compráveis. São Pins comuns, com uma etiqueta de preço e um botão azul “Buy It” (Comprar). Tudo que os usuários precisam fazer é clicar no botão e fazer o pedido sem precisar sair do Pinterest. Marcas como Macy’s, Nordstrom, e Kate Spade foram as primeiras a experimentar este recurso e agora os Pins compráveis são muito usados através da plataforma.

 

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Os usuários podem até mesmo pesquisar pelo preço dos Pins Compráveis e adicionar os produtos à sacola de compras para mais tarde. Após visitar o perfil de uma marca no Pinterest, também é possível escolher “Shop Pins” (Comprar Pins) para ver todos os Pins compráveis de determinada loja.

Facebook

O Facebook começou a testar seus botões de “compra” em 2014. Embora eles nunca tenham sido lançados, a rede social fornece outras formas para os usuários comprarem em sua plataforma. Por exemplo, as marcas podem adicionar o botão de ação “Comprar agora” em seus anúncios. Esses botões levam o usuário até o site da marca, sem sair do aplicativo.

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O Facebook também permite que as marcas adicionem seções da loja em suas Páginas, onde podem exibir produtos e criar pequenas lojas e-commerce.

Twitter

Como o Pinterest, o Twitter dá a opção de colocar botões de compra em seus anúncios. Eles foram originalmente testados por marcas como Burberry e Home Depot. Após clicar no botão, o usuário só precisava inserir suas informações de pagamento e envio e confirmar o pedido.

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Embora os botões “Comprar” tenham muito potencial, eles ainda não estão impulsionando grandes vendas para as marcas. Vai levar tempo até que os botões sejam aperfeiçoados e os usuários e profissionais de marketing se acostumem a eles. Ainda assim, considerando que milhões de pessoas usam as mídias sociais para pesquisar sobre suas compras, devem haver opções de compra no aplicativo e no site. Esperamos que estes recursos continuem sendo implantados e desenvolvidos neste novo ano.

2. Serviço de automação com apps de envio de mensagem

O instituto de pesquisa Emarketer estima que, até 2018, mais de dois bilhões de pessoas estarão usando apps de troca de mensagem. Na verdade, só o Facebook Messenger já tem 900 milhões de usuários. Estes apps são uma forma das pessoas se comunicarem rapidamente com amigos e familiares sem ter que mandar SMS, e-mail ou fazer ligações. E as marcas estão entrando em ação.

Aplicativos de envio de mensagem populares, como o Snapchat (agora Snap Inc.), WeChat e Line oferecem uma variedade de opções de anúncios para as marcas. Por exemplo, o Line tem adesivos divertidos patrocinados e o WeChat tem os Moments patrocinados, com fotos, vídeos e links. Enquanto isso, no Snapchat, as marcas podem comprar anúncios, filtros geográficos patrocinados, e lentes patrocinadas, como este do Taco Bell.

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Como já começamos a perceber em 2016, estamos nos preparando para uma revolução nos apps de envio de mensagens. Mas esta revolução não está sendo impulsionada apenas pela mídia paga. Ela também está sendo impulsionada por chatbots, que estão automatizando o e-commerce e o relacionamento com o cliente nos dispositivos móveis.

O Facebook Messenger, por exemplo, já formou parceria com marcas como Uber e 1-800-FLOWERS para fazer vendas diretamente do app. Os usuários só precisam começar a conversar com essas marcas, escolher o pedido e finalizar o processo de compra. Não é preciso abrir outro aplicativo, fazer ligações ou esperar um outro site carregar.

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Muitos desses chatbots existem há menos de um ano. O tempo dirá se os clientes ficam confortáveis em falar com sistemas automatizados e se as marcas conseguem aperfeiçoar seus scripts de chat. Independentemente disso, eles demonstram algo importante: as empresas estão procurando formas de tornar a experiência do cliente mais eficiente e quem conseguir fazer isso terá uma vantagem em um espaço social sobrecarregado

3. Engajamento em tempo real com transmissão ao vivo

Parece que o marketing de vídeos esteve presente em todas as listas de tendências dos últimos cinco anos. Embora ele vá continuar dominando o espaço social, especialmente com o algoritmo do Facebook privilegiando vídeos nativos, o vídeo está tomando uma nova direção neste ano, com a disseminação da transmissão ao vivo.

Em termos de opções orgânicas, as marcas utilizam o Periscope do Twitter e o Facebook Live para alcançar seu público em tempo real. Por exemplo, a TOMS, marca de roupas norte-america, usa o Facebook Live para transmitir pequenos desfiles de moda. E quem poderia esquecer a vez em que o BuzzFeed fez uma melancia explodir após 45 minutos de suspense?


No entanto, ainda existem poucas opções pagas para o livestreaming. O Twitter começou agora a patrocinar as transmissões do Periscope, primeiro em parceria com o tenista aposentado Andy Roddick, que hospedou conteúdo para o torneio U.S. Open. Isso funciona para o Twitter, pois agora as pessoas podem ver conteúdos ao vivo e tweetar sobre este conteúdo ao vivo no mesmo lugar.

No Facebook, as marcas não podem patrocinar ou promover vídeos enquanto estão ao vivo, mas isso ainda pode mudar. Neste meio tempo, a rede social está começando a testar intervalos comerciais durante os vídeos ao vivo, deixando estas transmissões ainda mais parecidas com televisão ao vivo.

Conforme o guru de marketing Guy Kawasaki prevê para 2017: “Vídeo ao vivo, vídeo ao vivo e mais vídeo ao vivo.”

4. Fazendo personalizações com anúncios dinâmicos de produtos

Uma coisa é compartilhar seus produtos com novas pessoas, outra coisa é compartilhá-los com pessoas que já demonstraram interesse em sua marca. É isso que os anúncios de retargeting (ou anúncios dinâmicos, de acordo com o Facebook) viabiliza.

Ao lançar anúncios dinâmicos de produtos, os anunciantes podem alcançar os usuários do Facebook que já visitaram o site ou o aplicativo móvel de sua marca; eles também podem oferecer aos clientes a oportunidade de ver de novo produtos que eles já visualizaram antes. Além de seus recursos de targeting, os anúncios dinâmicos são únicos, pois mostram toda uma categoria de produtos. Isso significa que, mesmo se alguém viu um laptop em seu site, eles podem ver um anúncio com laptops, fones de ouvido e impressoras. Isso permite que as marcas façam venda cruzada e incrementada. Também permite que elas personalizem mensagens e economizem tempo, sem ter que criar uma série de anúncios direcionados individualmente.

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Apesar de ter apenas um ano, os anúncios dinâmicos já representam 21% de todos os gastos em social, de acordo com o instituto Kenshoo. Claramente, eles não vão sumir tão rápido e os clientes estão respondendo positivamente a essas mensagens personalizadas.

Além do Facebook, o Twitter também oferece ferramentas de retargeting para ajudar os clientes a realizar sua jornada de compras com seus anúncios. O Snapchat também lançou recentemente novos recursos de targeting, incluindo o Snap Audience Match, que permite que as marcas direcionem pessoas que já estão em uma lista de e-mail ou banco de dados semelhante, revelando oportunidades de retargeting.

Seu plano de estratégia para o novo ano

Se 2017 for parecido com 2016, haverá muito espaço para o social, que está em constante mudança. Com gastos cada vez maiores e a concorrência cada vez mais acirrada, os anunciantes não poderão simplesmente lançar anúncios pagos nas redes sociais e ver se funciona; eles precisam lançá-los adotando as estratégias e ferramentas corretas.
Muitas plataformas facilitam isso para as marcas, com recursos úteis, como os botões “comprar”, chats dentro do app e a função de livestreaming. E com a chegada de um novo ano, os profissionais de marketing precisam decidir se ficarão atualizados sobre as novas tendências, usando-as para engajar clientes de formas inovadoras e criativas.

Fonte: Sprinklr

Nplan Marketing

 

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