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Artigo: por que a situação do Facebook facilita meu trabalho

Entenda como os anunciantes podem se beneficiar com as recentes mudanças na rede social

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POR BRIAN DESENA, diretor de social media da Mullen
Para o Advertising Age, via Próxxima

O Twitter tornou-se “a” plataforma social para comunicar e descobrir o que está acontecendo no momento. Muitos pensam que foi isso que acelerou a ascensão do microblog e teve peso no sucesso de sua primeira oferta pública de ações. Por outro lado, o Facebook, outrora queridinho da internet, está lançando novas ferramentas inspiradas no Twitter numa tentativa de garantir sua fatia do bolo de marketing em tempo real.

O Twitter nos apresentou os trending topics. Google+ e Facebook aderiram. Então o Twitter enganou a todos nós ao priorizar a função de busca e fazer com que a usássemos, o que faz sentido se considerarmos como o Google faturou seus bilhões de dólares e comparar o potencial do volume de buscas com o inventário limitado dos trending topics. Mas conversação instantânea e notícias continuam a ser a maior arma do Twitter.

Numa tentativa de balancear a visão original de Mark Zuckerberg de abrir e conectar o compartilhar entre amigos com hábitos da web em mudança, o Facebook se viu preso no limbo.

O Facebook apresentou novos algoritmos de News Feed que prometem filtrar as atualizações mais importantes dos amigos e páginas do usuário. Mas, ao mesmo tempo, a rede social priorizou as notícias mais quentes que não estão no social graph do usuário. Junte essas duas prioridades com as ameaçadoras configurações de privacidade e uma incapacidade de procurar por conteúdo de notícias e você tem uma experiência nebulosa que briga com a visão do próprio Facebook.

Por exemplo, eu passei o último domingo vendo futebol americano e navegando no Twitter. Como esperado, esportes ao vivo e Twitter andam lado a lado, melhorando minha experiência de telespectador e daqueles com quem tuitei durante os jogos (espero). E mesmo que os números mostrem que o Facebook teve um público três vezes maior do que a vibração da NFL naquele dia, não consegui perceber. Então, na segunda à tarde, meu feed de notícias do Facebook exibiu um post de um amigo que foi publicado antes dos jogos de domingo começarem. Para prevenir isso, eu teria que filtrar manualmente as atualizações recentes cada vez que eu acessasse o site.

Apesar das tentativas de fazê-lo, estou aliviado que o Facebook não tenha se transformado no Twitter. Como alguém que ganha a vida ajudando marcas a navegar na mídia social, meu trabalho é mais fácil quando sabemos como as pessoas usam as diferentes redes. Então, contanto que o Facebook continue sendo uma plataforma na web para storytelling amplo e fora do tempo real (e isso não tem problema), podemos trabalhar em conteúdo específico para nosso público lá. E talvez isso signifique mais tempo para o futebol e para o Twitter.

Nplan Marketing

 

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