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De cada dez líderes em marketing, só uma é mulher

De cada dez líderes em marketing, só uma é mulher

Apesar do debate sobre representação e equidade de gênero estar cada vez mais quente, a comunicação de empresas e marcas com o público-alvo ainda é decidida por homens. Isso acontece porque, de acordo com a empreendedora Tatyane Luncah, as mulheres ocupam 12% dos cargos de diretoria de marketing — proporção menor do que a representatividade de mulheres como CEO de empresas na pesquisa Panorama Mulher 2018, que é de 15%. O percentual de 12% é resultado da reunião de dados de pesquisas da ABA e da Ampro, de conversas com o mercado, feita por Tatyane.

Junto à também empreendedora Andréia Roma, Tatyane é coordenadora do livro Mulheres do Marketing, que será lançado pela Editora Leader em 12 de dezembro, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo. A obra reúne depoimentos de 39 mulheres que ocupam cargos de liderança no marketing de empresas como Avon, Coca-Cola, Disney Brasil, Globosat, Marisa, Nestlé, Samsung, Johnson & Johnson e Visa. As profissionais relatam como chegaram à posição que estão e um pouco de sua trajetória pessoal.

A intenção é empoderar as mulheres leitoras e instruir caminhos possíveis para que elas alcancem posições de destaque. “Existem muitas mulheres que fazem faculdade de marketing. Em uma sala de aula, por exemplo, 60% são mulheres. No mercado de trabalho, entre supervisoras, analistas e coordenadoras, o número de mulheres chega a 70% em um departamento de uma empresa. Já em cargos de diretoria, são apenas 12% que conseguem alcançar”, constata Tatyane.

As mulheres que comandam grandes marcas

As organizadoras selecionaram mulheres que são referência no mercado, reconhecidas por demais profissionais da área ou por premiações. Uma das convidadas, Elaine Póvoas, diretora de marketing da Service IT, revela, por exemplo, como decidiu estudar administração de empresas, como foi parar no marketing de maneira natural e como família, amigos, professores, chefes e mentores lhe deram espaço para se desenvolver. Para Elaine, o relato de cada trajetória também tem o objetivo de desmistificar o glamour de uma profissão que ainda sofre com plantões de madrugada e prazos apertados.

“O positivo de ter tantas executivas no livro é que cada uma vai compartilhar seu case, que é sua história real, e vai levar um aprendizado para o leitor. Essas histórias vão ajudar a pessoa a identificar aonde ela está na sua jornada até um cargo de liderança ou outro objetivo e como chegar a ele a partir dos relatos de quem já está la”, conta a executiva.

Fonte: Meio e Mensagem

Nplan Marketing

 

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