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Sites com versão mobile terão prioridade nas pesquisas do Google

Sites com versão mobile terão prioridade nas pesquisas do Google

A Google anunciou que sites e serviços que têm versões mobile bem desenvolvidas e com carregamento rápido terão maior relevância nos resultados de buscas. A mudança, que entra em vigor em julho deste ano, é o passo lógico em uma política que, cada vez mais, privilegia domínios que têm páginas responsivas ou adaptadas para utilização em tablets ou smartphones.

Desde 2014, a companhia vem investindo forte nesse segmento. Guias de melhores práticas e ferramentas para que designers e responsáveis pelas páginas possam avaliar a velocidade de seus sites e realizem as mudanças devidas já estão disponíveis e, agora, parece lógico que esse fator tome o centro da conversa quando o assunto é o ranqueamento de resultados de pesquisa.

Essa priorização, inclusive, não é inédita. Desde 2015, a Google trabalha, mesmo que de forma menor ou apenas em caráter de testes, com um sistema que mostrava sites com versões mobile consistentes acima daqueles dedicados somente ao uso em desktop. O caminho, agora, é sem volta.

De acordo com a Google, entretanto, a velocidade de carregamento não será o único fator determinante aqui. A empresa diz que pretende usar ferramentas que realizam buscas rápidas e relacionam conteúdo dentro das páginas, com o resultado visto pelo usuário sendo uma mistura das duas coisas. Ou seja, páginas não adaptadas para dispositivos móveis, mas que tenham material relevante aos interesses do usuário, não devem ser afetadas.

Além disso, a empresa afirma que, ao longo dos anos, a esmagadora maioria dos sites disponíveis na rede já está de acordo com as novas políticas, o que deve reduzir ainda mais o alcance das mudanças realizadas agora. Foi esse fator, inclusive, que levou a Google a se sentir confortável em aplicar novos critérios de ranqueamento às pesquisas, percebendo que não devem existir grandes mudanças no caráter da web como a conhecemos.

Por último, a empresa informa ainda que, ao contrário do que aconteceu antes, não disponibilizará ferramentas que indicarão aos responsáveis sobre o fato de seus sites estarem sendo prejudicados nas buscas por conta dos novos critérios. De acordo com o motor de buscas, isso seria redundante, com materiais e softwares já disponíveis servindo exatamente para esse fim e dando uma noção bem mais acertada do impacto sobre a navegação do que um mero apontamento sobre queda de relevância nas buscas.

Até julho, porém, nada muda. Como sempre acontece, a Google divulga tais informações com antecedência de forma que os webmasters possam ter algum tempo para se prepararem, sem que as alterações causem danos ao número de usuários e receitas de publicidade oriundas do acesso.

Via: Canal Tech

Nplan Marketing

 

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